A adoção de energia solar no Brasil tem crescido de forma acelerada, e diversas cidades se destacam por aproveitar seu potencial natural e implementar políticas públicas eficientes. Entre elas, Brasília lidera o ranking nacional, com 413 MW instalados em painéis solares distribuídos em ambientes públicos e privados, gerando economia e sustentabilidade para a população e órgãos públicos.
No interior de Minas Gerais, Uberlândia tem se consolidado como referência. A cidade, beneficiada por alta incidência solar e incentivo local, abriga grandes usinas e promove a energia distribuída entre residentes e empresas, reduzindo custos e estimulando o crescimento econômico. . Outro destaque no estado, Pirapora abriga o maior complexo solar da América Latina, com capacidade de 321 MW, o que demonstra o forte investimento na região.
No Centro-Oeste, Cuiabá tem investido em usinas solares que aproveitam a incidência intensa de luz solar, promovendo autonomia energética e reduzindo dependência de fontes fósseis. .Já no Sul, Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, se destaca como a sétima cidade do país em número de usinas instaladas, recebendo o título de “capital solar” do estado.
Esses investimentos não favorecem apenas a diversificação energética e o meio ambiente: também representam avanços econômicos. A construção de usinas e a adoção de energia solar geram empregos, atraem investimentos e reduzem o custo da conta de luz. Cidades como Salvador têm investido dinheiro público — mais de R$ 3 milhões para equipar 12 edifícios, entre escolas e unidades de saúde — o que tende a poupar cerca de R$ 530 mil por ano nos gastos municipais








